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Como entidades do terceiro setor são mantidas?

É chato todos os dias nos depararmos com notícias tristes. Então, para fazer diferente, o terceiro setor se dedica a desempenhar um trabalho positivo na vida de quem consegue impactar. Como é o caso do Lar da Mamãe Clory.

Através de ações, ela e outras instituições não visam o lucro, mas sim o bem ao próximo. Aliás, esse é o grande diferencial das organizações que estão classificadas dentro das leis que configuram esse mercado.

Pois são como empresas, mas não pagam dividendo aos acionistas ou fundadores. De forma que todo o dinheiro que entra no caixa das entidades do terceiro setor é aplicado diretamente em benfeitorias.

Por que o terceiro setor não atrai investimento?

Existem várias dúvidas sobre como sobrevivem instituições do terceiro setor. E não é por menos. Embora tenham muitas semelhanças com empresas tradicionais, o que as diferem impacta na obtenção de recursos.

O fato de não gerarem lucro atrai pouco, ou nenhum, capital para investimento. Porque bancos e demais credores injetam dinheiro esperando resultados financeiros maiores do que os aportados. No terceiro setor isso é proibido.

Pois a lógica de pensamento é outro. Uma vez que é possível gerar lucro, esse capital deve ser revertido em mais benefícios comuns. Assim, a área de atuação da entidade, definida em estatuto desde a sua fundação, poderá receber mais benesses.

Então, o montante que iria para poucos bolsos multiplica-se em ações. Ações essas que não geram retorno financeiro direto. Mas produzem melhorias e de forma indireta continuam a girar a roda da economia.

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Em quais áreas o terceiro setor está presente?

Assim como o Lar da Mamãe Clory, existem diversas outras entidades que trabalham para o bem do próximo. E que vão muito além da atuação social. Pois as áreas de desenvolvimento das instituições do terceiro setor são várias:

– Meio Ambiente;

– Saúde;

– Acolhimento social;

– Educação;

– Proteção aos animais;

– Sustentabilidade;

– Cultura;

– Ciência e inovação;

– Entre outros.

Em princípio, basta que o projeto queira beneficiar o maior número de seres e não gerar lucro para atuar dentro do terceiro setor. Alguns desses projetos, por conta do seu espectro de atuação, precisam se formalizar como organizações independentes.

Outros projetos podem ser apadrinhados por entidades já existentes. Assim surgem parcerias e eles saem fortificados de suas experiências. Além, é claro, de ter beneficiado mais pessoas.

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Como sobrevivem as entidades do terceiro setor?

Com muita criatividade e colaboração, os serviços prestados pelas organizações conseguem evoluir nas suas áreas de atuação. Pode-se citar que em comum existe:

– Trabalho voluntário;

– Doações financeiras;

– Venda de objetos de marca própria ou bazares;

– Eventos culturais beneficentes;

– Ações comunitárias, como mutirão;

– Venda de rifas;

– Apoio de outras entidades;

– Doações provenientes de pessoas jurídicas;

– Entre outros.

O Lar da Mamãe Clory participa dessa engrenagem que compõe o terceiro setor. E batalha através de meios próprios para sustentar suas atividades, pois não recebe nenhuma ajuda financeira de origem pública.

Empresas de capital privado podem doar?

Toda doação é bem-vinda. Seja de pessoa jurídica ou física. Acontece que para ficar tudo claro perante a lei e os impostos, dependendo se for um valor substancial, a declaração é diferenciada. Mas sim, pode ser feita.

O mais comum é que as doações provenientes das indústrias ou empresas sejam feitas através de produtos, como:

– Cestas básicas;

– Campanhas de agasalho;

– Doação de mobiliário em desuso;

– Doação de prendas para eventos beneficentes;

– Compra de ingressos de shows beneficentes;

– Doação de equipamentos eletroeletrônicos;

– Empréstimo de carros para transportes eventuais;

– Empréstimo das dependências físicas para ações beneficentes;

– Confecção de material de divulgação;

– Incentivo aos funcionários para trabalho voluntário;

– Entre outros.

Então é possível que as empresas ajudem as instituições do terceiro setor, mesmo quando não há dinheiro envolvido diretamente. Nesse sentido, o Lar da Mamãe Clory tem colecionado iniciativas bacanas nessas décadas de atividade.

Pessoa física também pode ajudar?

É importante dizer que cada pessoa que participa de alguma atividade que ajude a comunidade e a movimentar a economia através do terceiro setor está fazendo a diferença no mundo.

Esse movimento positivo é essencial para continuarmos a ter esperança em dias melhores. Pois cada doação que chega mostra que estamos no caminho certo.

Sentimento esse que é compartilhado por todas as instituições que cuidam do meio ambiente; ou que amparam crianças e idosos sem familiares; ou que prestam atendimento de saúde a quem não tem condições; entre outros.

Como você já sabe, as áreas de atuação do terceiro setor são várias.

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Da horta aos shows beneficentes do terceiro setor

Quando há vontade de realizar o bem, encontra-se um meio. É verdade. Desde a sua fundação, o Lar da Mamãe Clory já fez de tudo um pouco para jamais parar com seu trabalho solidário.

Desde a venda de alimentos cultivados em horta às refeições no restaurante. De rifas à renda dos ingressos do show dos Demônios da Garoa. Da venda de objetos doados aos bazares às doações mensais. Por esse motivo, sempre buscamos caminhos para gerar a nossa própria renda, pois somos uma OSC autossustentável, podendo assim, manter os nossos projetos sociais sempre ativos.

Acontece que há momentos no ano que a entidade agradece ainda mais algumas doações, como:

– Brinquedos para o Dia das Crianças;

– Cestas de Natal e Sacolinhas de presente para as crianças;

– Campanha de Material Escolar;

– Campanha do Agasalho;

– Fraldas geriátricas e luvas de procedimento, para o núcleo de idosos.