Alienum phaedrum torquatos nec eu, vis detraxit periculis ex, nihil expetendis in mei. Mei an pericula euripidis, hinc partem.

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Ajudar ao próximo

Por que ajudar ao próximo faz bem até para a mente?

Pense em grandes líderes globais. Atuais ou antigos. O que eles têm em comum? Gandhi, Mandela, Chico Xavier, Nise da Silveira, Irmã Dulce? O desejo maior de ajudar ao próximo. É isso que os tornaram grandes, o impacto de suas obras na vida de milhares de pessoas.

O intuito de começar o artigo citando grandes inteligências, e enormes corações, tem uma razão. Observe que ao redor do mundo, com religiões e culturas diferentes, existem pessoas boas.

Mas afinal, o que é “o bem”?

Para muitas pessoas fazer o bem pode ser entendido como impor uma vontade. Uma diretriz ou expectativa. Porém não é bem assim. Ajudar ao próximo anda ao lado do respeito e da honestidade.

Colaborar com bens materiais é muito importante, mas oferecer um olhar bondoso e solidário, cheio de compaixão e boas atitudes também faz a diferença. Doar seu tempo e sua atenção a um idoso que há tempos procura alguém para ter uma boa conversa, por exemplo, é uma forma de começar a transformar o seu universo.

Por que ser solidário traz benefícios?

Por mais que o mundo moderno e capitalista seja agressivo, habita em cada ser humano uma fagulha do bem. Isso significa que precisamos do outro para nos fortalecer.

Dessa forma, ajudar ao próximo é trazer luz e força para dentro de si mesmo. É estabelecer vínculos com o mundo em que se habita. O estado de pertencimento.

Estudos psicológicos apontam que manifestar a empatia reproduz no cérebro sensações de bem-estar. Sensações essas que percorrem o corpo através de hormônios e enzimas capazes de deixar a pessoa mais relaxada e alegre.

Ou seja, se colocar no lugar do outro e tentar minimizar o seu sofrimento causa bioquimicamente um efeito terapêutico.

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Mundo doente

Vivemos em um mundo que nem sempre tem o melhor a nos oferecer. O amor ao próximo parece escasso.

Não é de hoje que esse tema é abordado, até bandas brasileiras de rock dos anos 1980 já a gritaram a plenos pulmões. E por que nada é feito? Acontece que muitas coisas são feitas, mas não são suficientes.

Claro que essa afirmação nos causa desconforto. Afinal, sabemos que é verdade. Mas o que nos compete, como indivíduos, a fazer mais e melhor? Ou simplesmente diferente? Temos que ser essa fagulha de esperança e de compaixão que o mundo precisa.

Mudanças necessárias

Embora seja difícil, começa com cada um. De dentro para fora. A principal mudança é como você enxerga o planeta e todos os seres que nele habitam.

Se você já tem o hábito de cumprimentar todas as pessoas do escritório, sem fazer distinção de função ou hierarquia, está no caminho certo. Mas se ainda trata com júbilo o diretor e vira a cara para a equipe da limpeza, está na hora de rever os seus conceitos de humanidade.

Com esse trabalho de faxinar a si mesmo, muita sujeira virá à tona. E é ótimo! Pois casa limpa é muito melhor de habitar do que num lugar escuro, pesado e cheio de coisas que não se usa.

Ajudar ao próximo começa aqui

Então esse contexto de reforma íntima se traduz numa necessidade externa. Observe: toda vez que você organiza o armário e doa peças de roupas que não usa mais, o que acontece?

Além de espaço para roupas novas, você se sente mais leve. A alegria de prover benefícios a desconhecidos é alimentar aquela fagulha do bem. Se trata de se reconectar com seus próprios semelhantes. Ajudar ao próximo é o que as mentes mais inteligentes do mundo fazem todos os dias.

Ainda que você não veja, um gesto simples pode fazer toda a diferença. De um sorriso à doação de um par de botas. De uma contribuição financeira à compra de móveis usados num bazar beneficente.

Leia também: Como o trabalho social pode transformar vidas? 

O que move você?

Diz-se que está na moda empreender. Mas soa um tanto quanto óbvio que, se não há empregos para todos, é preciso que procuremos alternativas de sustento.

E o que a história nos traz é que nos momentos de dificuldades, grandes soluções foram encontradas. Ainda que os comportamentos mudem, que haja conflitos – e até guerras! – numa hora as coisas se equilibram.

E esse sentido de que as coisas voltam a se estabilizar é sempre num crescente. Numa tentativa de melhorar as condições de vida da maioria das pessoas.

Dessa forma é evidente que ajudar ao próximo deve estar no cerne de cada empreendimento que as pessoas venham a desenvolver. E isso não é utopia. A questão é “como” e “o que fazer” para ajudar ao próximo.

Coisas de mãe

Observe que quando Mamãe Clory chegou a São Bernardo com seus 87 filhos, o que ela queria era dar condições a cada um de seus filhos para que pudessem estudar e ter uma melhor qualidade de vida.

Mamãe Clory não queria ajudar apenas os seus filhos, como realmente não o fez. Ela fez mais! Muito mais! Através de seus ensinamentos, filhos e diversas pessoas que passaram e ainda passam pelo Lar podem ajudar outras pessoas.

Se arrisque em novas práticas: doe peças de roupa ou móveis que não usa mais, seja voluntário ou até contribua com a economia local comprando em bazares.

Esse ensinamento tornou-se um hábito para muitos. Ajudar ao próximo pode ser uma prática diária, se você assim o quiser. Seja solidário no trânsito, gentil com os colegas de trabalho e respeite o meio ambiente. É possível começar hoje, já.

Agende uma visita ao lar!